A Polícia Federal apreendeu uma série de bens valiosos dos donos da empresa Braiscompany, que supostamente deu um golpe de R$ 32 milhões no ex-jogador Magno Alves, que passou por Fluminense, Atlético-MG, Ceará e seleção brasileira.
No inquérito, ao qual a coluna teve acesso, os policiais dizem que "há evidência que parte substancial dos valores aportados foi indevidamente apropriada pelos investigados, dada a variação patrimonial relevante tanto dos investigados quanto das empresas sob sua gestão em curtíssimo espaço de tempo".
Os investigadores acrescentaram que "há prova da aquisição de bens de alto valor, como veículos, imóveis e aeronaves, bem como de gastos expressivos com bens de consumo". Eles concluíram que as aquisições foram feitas com a ajuda de um esquema de pirâmide financeira com criptoativos.
Entre os bens apreendidos, estão, por exemplo, vários carros, como uma BMW X1 - que vale cerca de R$ 300 mil -, um Porsche Cayenne (R$ 800 mil), um Audi A3 (R$ 300 mil), uma Toyota Hilux (R$ 250 mil) e um Nissan Kicks (R$ 110 mil).
Também foram apreendidos dezenas de relógios importados, de marcas como Rolex, Patek Philippe Geneve, Hublot, Tag Hauer e Audemars Piguet, que, somados, valem milhões de reais, além de diversos smartphones de última geração, notebooks, drones, câmeras digitais, milhares de reais e dólares em dinheiro vivo.
As apreensões foram feitas em março desse ano. Alguns envolvidos com a empresa ainda estão foragidos.
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Reportagem
PF apreendeu carros e aviões de golpista que levou R$ 32 mi de ex-seleção
Diego GarciaColunista do UOL
21/08/2023 04h00
A Polícia Federal apreendeu uma série de bens valiosos dos donos da empresa Braiscompany, que supostamente deu um golpe de R$ 32 milhões no ex-jogador Magno Alves, que passou por Fluminense, Atlético-MG, Ceará e seleção brasileira.
No inquérito, ao qual a coluna teve acesso, os policiais dizem que "há evidência que parte substancial dos valores aportados foi indevidamente apropriada pelos investigados, dada a variação patrimonial relevante tanto dos investigados quanto das empresas sob sua gestão em curtíssimo espaço de tempo".
Os investigadores acrescentaram que "há prova da aquisição de bens de alto valor, como veículos, imóveis e aeronaves, bem como de gastos expressivos com bens de consumo". Eles concluíram que as aquisições foram feitas com a ajuda de um esquema de pirâmide financeira com criptoativos.
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Entre os bens apreendidos, estão, por exemplo, vários carros, como uma BMW X1 - que vale cerca de R$ 300 mil -, um Porsche Cayenne (R$ 800 mil), um Audi A3 (R$ 300 mil), uma Toyota Hilux (R$ 250 mil) e um Nissan Kicks (R$ 110 mil).
Também foram apreendidos dezenas de relógios importados, de marcas como Rolex, Patek Philippe Geneve, Hublot, Tag Hauer e Audemars Piguet, que, somados, valem milhões de reais, além de diversos smartphones de última geração, notebooks, drones, câmeras digitais, milhares de reais e dólares em dinheiro vivo.
As apreensões foram feitas em março desse ano. Alguns envolvidos com a empresa ainda estão foragidos.
Conteúdo UOL
A Polícia Federal disse ao Ministério Público que a Braiscompany, "por intermédio de seus sócios, bem como de empresas satélites, as quais tem organizado, gerido, divulgado, distribuído e intermediado supostas operações com criptoativos, que seriam adquiridos pelas vítimas e posteriormente alugados à empresa que, por meio de operações diversas, inclusive com derivativos, repassaria aos mesmos parte do lucro das operações realizadas".
O ex-atacante Magno Alves, que passou por Fluminense, Atlético-MG, Ceará e seleção, fez 33 investimentos em criptomoedas junto à Braiscompany e perdeu mais de R$ 32 milhões. Ele jogou pela seleção brasileira a Copa das Confederações de 2001 e teve passagem vitoriosa por Fluminense e Ceará. Também passou com destaque pelo Atlético-MG.
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